*Este conteúdo foi idealizado e desenvolvido por Gabriela Moreira, analista de comunicação interna do Time de Gente & Cultura da Grafeno.

O Entrevista com Grafener de hoje conversa com a desenvolvedora Front-End, Alessandra Luz, a Aled.

O avanço tecnológico trouxe várias melhorias para a nossa vida cotidiana. O mesmo ocorreu com as empresas, que puderam se tornar mais ágeis, enxutas e efetivas. Como parte importante nesse desenvolvimento, a contribuição feminina para a inovação tecnológica é imensurável. Desde 1843, quando Augusta Ada King criou o primeiro programa de computador, mulheres vêm revolucionando e ganhando cada vez mais espaço dentro do mercado da tecnologia e ciência. 

Atualmente, dentro das organizações, em 64,9% dos casos as mulheres representam, no máximo, 20% das equipes de trabalho em tecnologia. Os principais cargos e áreas ocupados pelas mulheres nas equipes são: desenvolvedora, analista, gerência, project, tester e design. 

Esse percentual de cargos ocupados por mulheres na TI pode crescer muito ainda, pois, de acordo com a ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócio), 36.300 mulheres formadas na área buscam colocação no mercado de trabalho.

Vendo que esse percentual de mulheres na tecnologia estava muito baixo, a Grafeno começou em 2020 um projeto interno, incentivando a igualdade de gênero e abrindo mais oportunidades dentro do seu time para o público feminino. Mulheres como Alessandra da Luz Monteiro, ou melhor, Aled, de 28 anos, fazem parte desse crescimento na empresa.

Sobre a Aled
Nossa programadora Aled saiu de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, em 2018, buscando realizar seu sonho de trabalhar na área de programação e conquistar seu lugar no mundo tecnológico. 

Em seus primeiros anos, ela conta que trabalhou em uma agência onde não era prezado o crescimento profissional e não havia supervisão ou liderança para o desenvolvimento. Dois anos depois, entrou na Grafeno, onde encontrou cultura e valores diferentes do que estava acostumada e diz ter aprendido em nove meses, mais do que na experiência anterior. 

Hoje, graças à cultura remote first da Grafeno, Aled consegue organizar seu dia com a melhor otimização de tempo possível, podendo encaixar mais atividades em sua rotina, estudar seu coreano e ainda realizar o sonho de trabalhar com que ama.

E a Aled já deixou a dica para quem quer entrar no mundo tecnológico. ”Faça amigos na área, busque networking e saiba que cada um tem seu ritmo de aprendizado’’, orienta.  Quer fazer parte de um time diverso como a Aled? Vem pra Grafeno, a gente faz fluir.

Confira o bate-papo do Time de Gente & Cultura com a Aled:

Nós da Grafeno nos importamos muito com a história que cada Grafener tem para nos contar, conte-nos um pouco da sua:
Eu me chamo Alessandra da Luz Monteiro, mas as pessoas me chamam de Aled. Tenho 28 anos e sou natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul. Hoje moro em Porto Alegre. 

Nos conte algo que a maioria das pessoas não sabem sobre você:
Eu estudo coreano nas horas vagas.

Qual história que a sua família conta sobre você?
Que eu saí da nossa cidade sozinha para ir em busca do sonho de trabalhar com TI. 

Como a sua família enxerga e entende o seu trabalho?
Eu já expliquei tantas vezes que hoje eles entendem bastante do que eu faço relacionado a softwares. Acham bem complexo e de “outro mundo”, mas acham incrível também.

Em que ano sua vida profissional começou?
Em julho de 2018.

O que te levou a iniciar a carreira de desenvolvedor?
Escutei um podcast (do Jovem Nerd) falando de programação lá em 2016 e, por curiosidade, comecei a pesquisar muito. Quando vi, meu tempo livre era em função de estudar sobre, até que decidi trancar a faculdade de contabilidade e iniciar um curso de TI.

Qual projeto foi mais desafiador para você na Grafeno?
Até hoje trabalhei apenas no Fonte Nova, então ele.

O que a cultura remota da Grafeno agregou para sua vida? Como você organiza seu dia a dia?
Com a melhor otimização de tempo possível, podendo encaixar mais coisas na rotina. Tenho tido muito tempo de qualidade inclusive nas horas livres. 

Se encontrasse seu eu de dois anos atrás, qual dica daria?
Começa a estudar React logo! Mas também diria pra continuar acreditando na minha capacidade.

Dê um conselho para quem vai começar na área de tecnologia:
Faça amigos na área, busque networking e saiba que cada um tem seu ritmo de aprendizado. 

Se pudesse resumir em poucas palavras, quais os benefícios que a Grafeno trouxe para você?
Crescimento profissional, realização pessoal e profissional e reconhecimento.

 

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